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Dia Mundial do Diabetes – 14 de novembro

1 de dezembro de 2010

Segundo presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, é preciso dar mais atenção à doença para melhorar a quantidade e qualidade de vida do paciente.

O diabetes é uma doença conhecida pela humanidade há pelo menos 3.500 anos e, diferentemente da maioria das outras enfermidades, ainda hoje seu controle apresenta resultados muito aquém do ideal. Hoje, o diabetes é a principal causa de cegueira, amputações e insuficiência renal, além de aumentar o risco de doenças cardiovasculares de duas a quatro vezes, segundo Saulo Cavalcanti, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). 

Pelo fato de muitas vezes não apresentar sintomas bem identificáveis, o diabetes tipo 2, que ocorre em 90% dos casos da doença, pode acarretar um número maior complicações, segundo o especialista. “Quanto mais tarde os pacientes procurarem auxílio médico e seguirem as orientações necessárias, maiores podem ser os problemas psicológicos e socioeconômicos trazidos pela doença”, afirma Cavalcanti. 

Para alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce, tratamento e prevenção da doença, a Sociedade Brasileira de Diabetes realiza, em diversas cidades do País, de 7 a 14 de novembro, atividades e atendimentos à população. Os eventos fazem parte da campanha global pelo Dia Mundial do Diabetes, que acontece em 14 de novembro, e terá o tema “Diabetes: Educar para Prevenir”. No Brasil, a SBD iluminará de azul, como apoio à data, hospitais e clínicas de várias cidades, além de monumentos como Cristo Redentor e os bondinhos do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Outros símbolos do mundo também participarão: o prédio da Sidney Opera House (Sidney/AUS), o Teatro Municipal de Lisboa (Lisboa/POR), a Kuwait Towers (Cidade do Kuwait/KUW) e o Castelo Gifu (Gifu/JAP).

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), pelo menos 245 milhões de pessoas sofrem com a doença e este número deverá saltar a 380 milhões em 30 anos. No Brasil, os dados também alarmam: cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras e 500 novos casos surgem por dia. “Quanto à mortalidade, ao contrário da maioria das outras doenças, a incidência do diabetes vem aumentando de forma contínua e preocupante”, alerta o especialista. 

Diagnóstico e tratamento são simples e de baixo custo

Fazem parte do grupo de risco todas as pessoas que apresentam idade acima de 40 anos, excesso de peso, diabetes gestacional, hipertensão arterial e parentes diabéticos próximos. “Este grupo deve procurar o médico periodicamente para que seja feito um estudo de averiguação da presença da doença ou evidências que podem indicar a possibilidade de seu aparecimento”, lembra o presidente da SBD. Muitas vezes, os sintomas característicos da doença são outra maneira de identificar os casos de diabetes, como é o caso principalmente do diabetes tipo 1, no qual podem ocorrer boca seca, muita sede, cansaço, emagrecimento, distúrbios visuais, desidratação, entre outros. Já no tipo 2, a pessoa poderá ficar anos sem sintomas, e quando surgem são similares ao tipo 1, porém de intensidade muito mais branda. 

Em relação ao tratamento, Cavalcanti reforça a preocupação com a educação do diabético. “É quando ele aprende os cuidados gerais com a doença, a mudança do estilo de vida (alimentação e exercício físico), e a importância do controle permanente”, detalha. Aliado a isso, é necessário, para o tipo 1, o uso da insulina desde a primeira consulta e no tipo 2 a medicação concomitante a mudança do estilo de vida. “Se não conseguirmos atingir as metas de controle dentro de seis a oito semanas deveremos iniciar a associação de medicamentos. Atualmente dispomos de uma ampla gama de opções terapêuticas, incluindo medicamentos que podem atuar de forma combinada em diferentes mecanismos da doença e que possibilitam um controle eficaz e com excelente tolerabilidade. A indústria farmacêutica brasileira já oferece produtos modernos, eficazes, seguros e acessíveis”, finaliza.

Dr. Saulo Cavalcanti
Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)

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