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Depressão será o grande mau do século XXI

1 de dezembro de 2009

A depressão é uma doença que afeta o estado de humor e reduz a capacidade de sentir satisfação ou prazer. Hoje, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, a depressão acomete cerca de 10% dos brasileiros, com maior incidência entre pessoas de 20 a 30 anos e acima dos 60 anos. Porém, um dado da Organização Mundial da Saúde (OMS) é ainda mais alarmante: a doença deverá ser, até 2030, a segunda maior causa da perda de qualidade de vida no mundo.

Aché Laboratórios – 27/11/2009

Por ter uma alta incidência, a depressão exige atenção por conta da falta de informação e o desconhecimento dos principais sintomas pela população, que, muitas vezes, deixa de buscar tratamento adequado por não saber distinguir tais sinais. Exemplo disso é a frequente associação de uma simples tristeza à depressão. “O estado clínico de depressão só se caracteriza quando há ocorrência de quatro ou mais sintomas ao mesmo tempo,” revela Teng Chei Tung, psiquiatra da USP e médico supervisor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (SP).

Segundo o especialista, a origem da depressão está ligada diretamente a circunstâncias estressantes da vida, desequilíbrio químico, fatores genéticos, de personalidade e ambientais. Por isso, é fundamental saber identificar corretamente os sintomas, sempre com o auxilio e diagnóstico de um especialista. “Deve-se ter em mente que a depressão pode matar, ou por suicídio, ou por agravar uma doença já existente”, explica Tung. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença está associada à morte de cerca de 850 mil pessoas por ano.

O tratamento da depressão, seja ela em estágios leves, moderados ou graves, quase sempre é realizado com auxílio de antidepressivos e terapias, e buscam amenizar prejuízos no dia a dia das pessoas, suas relações familiares e profissionais. “O paciente precisa ter em mente que o tratamento é de longo prazo e que costuma surtir efeito entre duas a quatro semanas de medicação”, explica Tung. Ele lembra que, para um melhor resultado, o processo deve ser mantido por alguns meses após o término dos sintomas, assegurando que o paciente não tenha uma recaída. “Contudo, há casos de depressão recorrente que necessitam de tratamento prolongado que pode atingir dois, cinco ou mais anos”, finaliza o especialista.

Os principais sintomas da depressão

  • Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia
  • Sensação de inutilidade
  • Dificuldade de concentração
  • Sentir-se chateado a maior parte do tempo
  • Perda ou ganho significativo de peso
  • Interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades rotineiras
  • Culpa excessiva
  • Fadiga ou perda de energia
  • Agitação ou retardo psicomotor
  • Ideias recorrentes de morte ou suicídio
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