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Sinusite será tema de censo em São Paulo

1 de dezembro de 2010

Setor de otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas quer mapear principais causas e agravantes da doença.

Jornal da Tarde – 17/03/2010

Estudo inédito da Clínica de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas irá avaliar o número de pessoas com sinusite na capital e mapear as principais regiões em que a doença é encontrada. A sinusite, que é a inflamação dos seios da face (veja quadro acima), atinge cerca de 15% da população estadunidense e 6% da população do Canadá. Não havia ainda no Brasil um censo semelhante.

A pesquisa será feita em 2.400 domicílios, sorteados a partir do levantamento populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A partir do dia 20 de março as equipes visitarão as casas e questionarão a população sobre o diagnóstico da doença e hábitos associados, como o tabagismo. O levantamento terá duração de um ano para acompanhar a mudança das estações.

Os dados servirão para que sejam calculados os gastos do Ministério da Saúde com a doença e para que haja um trabalho de prevenção. “A maioria das pessoas tem ou tiveram episódios de sinusite. É uma doença comumente diagnosticada em prontos-socorros”, explica a coordenadora da pesquisa, Renata Pilan.

Segundo a especialista, existem dois tipos de sinusite: a aguda (dura alguns dias e é facilmente tratada com antibióticos) e a crônica (dura mais de três meses e é combatida com antibióticos, sprays e, em alguns casos, corticoides). Diferente da rinite, a sinusite afeta todos os seios da face, e não somente as mucosas do nariz. Segundo o otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luciano Neves, a sinusite costuma vir acompanhada de rinite. “Por isso falamos de rinossinusite.”

A coordenadora de relacionamento Taís de Castro, de 28 anos, está acostumada a ter crises quando o tempo muda. “Comecei a ter uma no domingo, quando esfriou”, conta. Segundo ela, ao perceber os sintomas, passa a tomar antibiótico e a evitar carne de porco e bebidas com cafeína. Já o estudante Leonardo Aquino, de 20 anos, sofre de sinusite crônica. Ele diz que a cada 6 meses tem de ir ao hospital. “Passo soro fisiológico nas cavidades nasais.”

Como evitar

  • A sinusite causa obstrução e secreção nasal, dificuldade de sentir cheiros, dores na face e, em alguns casos, sangramentos
  • Evite exposição à poeira, ácaros ou a produtos químicos
  • Mantenha a região nasal hidratada com soro fisiológico ou inalação
  • Procure um médico para que a doença seja tratada de maneira correta
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