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Aché é selecionado para participar dos testes de rastreabilidade de medicamentos com a Anvisa

27 de novembro de 2017

Farmacêutica está entre as cinco empresas que farão o piloto do projeto, que deve contribuir para inibir a venda de produtos falsificados e roubados no País.

O Aché, laboratório líder em inovação entre as farmacêuticas nacionais e que tem em como um de seus pilares a sustentabilidade, foi selecionado para participar da fase de testes da rastreabilidade de medicamentos com a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.


A Instrução Normativa nº17/17, publicada em 22 de agosto de 2017, estabelece as empresas e medicamentos que serão integrantes da fase experimental do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), instituído pela Lei nº 11.903, de 14 de janeiro de 2009, e o Aché participará dos testes com o produto Tandrilax comprimido.

Tandrilax é um relaxante muscular, analgésico e anti-inflamatório presente no mercado brasileiro desde 1980 e é o produto referência na associação cafeína + carisoprodol + diclofenaco sódico + paracetamol. Atualmente responde pelo quinto maior faturamento da empresa e é líder em demanda em seu segmento dentro do modelo de prescrição médica (PPP/Unidades).

Lei da rastreabilidade

Aprovada em janeiro após anos de discussão, a lei da rastreabilidade de medicamentos no Brasil é um tema de alta relevância tanto para a cadeia produtiva quanto para o consumidor, pois a serialização e rastreabilidade possibilitará ao consumidor a garantia de origem dos produtos e deve contribuir para inibir a venda de produtos roubados ou falsificados.

O mercado farmacêutico mundial movimenta mais de um trilhão de dólares por ano e o setor sofre com alto grau de falsificações. Segundo a WHO (World Health Organization) e Center for Medicine in the Public Interest, medicamentos falsificados representam até 10% no mundo.

Aché, laboratório pioneiro na rastreabilidade

Grandes empresas já notaram que a serialização nos produtos traz mais vantagens do que desvantagens. “Para o Aché, além de atender à nova legislação, o DataMatrix será também uma excelente ferramenta de conhecimento, pois, por meio de um aplicativo, os consumidores poderão consultar as informações do Aché e dos produtos, e poderemos fidelizar o consumidor oferecendo informações adicionais relacionadas à saúde e bem-estar” explica Paulo Nigro, presidente do Aché. “Além disso, estamos dando ao consumidor a garantia de origem do produto e fortalecendo nossas marcas”, completa.

Adriano Alvim, diretor de Operações do Aché, ressalta que “a indústria farmacêutica precisa acelerar para garantir que a lei seja atendida por toda a cadeia no prazo determinado”. O executivo destaca que desde o início do projeto, já foram investidos cerca de 23 milhões de reais em equipamentos para rastreabilidade e desenvolvimento dos sistemas de validação e banco de dados. Até o fim de 2021, o valor total deve ultrapassar os 46 milhões de reais.

Já para Sidinei Righini, diretor Financeiro e de Tecnologia da Informação do Aché, “implantar processos de serialização e rastreabilidade é uma tarefa complexa, que exige planejamento e fortes parcerias. Antes de dar início à implantação do projeto, visitamos a Turquia, um dos países pioneiros no assunto, para um profundo benchmarking“. Desde então, o Aché encabeça a adaptação do setor farmacêutico e por isso deve reduzir de forma significativa os impactos em seus processos. “Até o momento, já instalamos o DataMatrix em 63% dos equipamentos de embalagem e devemos finalizar este processo até o fim de 2018”, pontua.

Entre os principais pontos a serem adotados estão a gravação das informações nas embalagens dos produtos, a transmissão dos dados e o atendimento aos prazos definidos pela agência reguladora.

Além do Aché, as empresas Bayer, Boehringer Ingelheim, Janssen-Cilag e Libbs também participam da fase de testes.

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