Após aquisição, Aché Laboratórios se prepara para iniciar produção na fábrica de Londrina

Após aquisição, Aché Laboratórios se prepara para iniciar produção na fábrica de Londrina

Com a incorporação da Nortis Farmacêutica, laboratório amplia sua plataforma industrial e tecnológica e internaliza a fabricação de antibióticos

Com a aquisição da Nortis Farmacêutica, realizada em abril de 2016, o Aché Laboratórios ampliou os investimentos para adaptar e integrar as equipes, além de reformar a unidade para a produção de comprimidos, cápsulas e suspensões orais. Adaptada aos rigorosos critérios da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a fábrica agora se prepara para iniciar a produção de antibióticos com a marca Aché.

O aperfeiçoamento na produção da unidade vai ao encontro da proposta do laboratório de crescer com excelência operacional e inovação, mantendo o foco no cliente e na sustentabilidade econômica. “A aquisição da Nortis está alinhada aos pilares estratégicos da companhia para crescer até 2030, por garantir o controle da tecnologia e da produção de antibióticos, o que nos assegura a levar mais vida às pessoas, por meio de tratamentos que trazem saúde e bem-estar", afirma Paulo Nigro, presidente do Aché.

 

O investimento realizado após a aquisição foi de R$ 10 milhões e envolveu a compra de novos equipamentos industriais além da reforma da fábrica e a aquisição de máquinas para as áreas de logística, tecnologia da informação e qualidade. “Todos os postos de trabalho foram mantidos e os operadores já foram treinados nas novas tecnologias e novos processos produtivos”, diz Marcio Freitas, diretor industrial do Aché.

 

A fábrica londrinense está em fase de validação de processos e pronta para receber a certificação da Anvisa, que deve acontecer ainda em março. “Após a inspeção, o próximo passo é iniciar a fabricação da linha de antibióticos na Nortis, o que deve acontecer até o fim deste ano”, completa Freitas. A expectativa do Aché é de produzir cerca de 10 milhões de unidades por ano em Londrina.

 

A aquisição fez parte dos investimentos industriais e de melhoria da produtividade realizados pelo Aché em 2016, que totalizaram R$ 52 milhões no ano e promoveram aumento de produtividade de 11%. “A nova fábrica também abre ao Aché possibilidades de explorar a produção de novas formulações, combinações e novos regimes posológicos para esta classe terapêutica, resultando em melhoria de eficácia e maior comodidade para os pacientes”, diz Stephani Saverio, diretor de inovação do Aché.

 

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