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Inovação Radical

Inovação Radical

Principal vertente de crescimento das grandes empresas farmacêuticas multinacionais, a inovação radical pressupõe a pesquisa e o desenvolvimento de moléculas com características inéditas, seja a partir da produção sintética, de processos biotecnológicos em cultivos bacterianos ou celulares ou de matérias-primas naturais. A primeira experiência do Aché na área foi o anti-inflamatório Acheflan, lançado no mercado desde 2004. No final de 2010, o Aché concentrava a pesquisa radical em nove projetos. A criação de compostos radicais integra um processo complexo e longo (de 8 a 12 anos, em média), que envolve equipes multidisciplinares altamente qualificadas e uso de equipamentos de última geração. Manter os investimentos, sem garantia de sucesso, exige das empresas a definição de objetivos claros de longo prazo e a estabilidade nas decisões. Entre as moléculas atualmente em desenvolvimento pelo Aché, uma parte se encontra na fase de pesquisa e outra passa por análises de viabilidade técnica e financeira. O destino de cada uma será definido pelos resultados dos estudos prévios; algumas poderão ser descartadas e outras, incorporadas ao portfólio. Para o Aché, trata-se de um risco já inserido no planejamento. Embora todo processo de construção de novos conhecimentos seja complexo, um produto que chega ao mercado sob proteção de patente representa um novo caminho para o tratamento médico e repercute no posicionamento da empresa.

O Aché se dedica a pesquisas de inovação radical desde o começo da década, com foco inicial no segmento de fitoterápicos e atualmente mantem projetos de relevante apelo terapêutico, em diferentes estágios do processo, que exploram novas entidades químicas sintéticas ou purificadas de fontes naturais. Além de iniciativas próprias, a companhia tem prospectado, em meio aos Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) das diversas universidades e dos centros de pesquisa espalhados pelo Brasil, a viabilidade criar moléculas passíveis de se tornarem novos medicamentos. Em 2010, a companhia começou a criar um centro de pesquisa radical, com a compra dos primeiros equipamentos. A iniciativa se destina ao desenvolvimento de novos produtos e representará um importante fator de agilidade e economia de custos para o cumprimento dos controles de qualidade e dos protocolos da ANVISA.

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