Núcleo Industrial

Medicamentos Falsificados

A modernização do parque industrial, iniciada no final de 2006, associada à revisão de processos internos, aos programas de treinamento e capacitação profissional das equipes e ao planejamento interfábricas, refletiu positivamente nos resultados da companhia, em 2008. Com a conclusão da primeira fase da planta de Guarulhos (SP), a produção de Líquidos e de Semissólidos e a compressão e o encapsulamento de Sólidos passaram a ser realizados de forma totalmente automatizada. A mudança possibilitou ao Aché otimizar os equipamentos nas plantas Nações Unidas, localizada na capital paulista, e Guarulhos. O planejamento interfábricas ajustado e os ganhos em escala – consequência do aumento na demanda gerado pelas unidades de negócios proporcionaram a redução de 10% nos custos unitários de produção.

Padrão Internacional de Produção

A nova fábrica recebeu investimento total de R$ 192,3 milhões e, pioneira, opera de forma totalmente automatizada, com novos e modernos equipamentos de manipulação, reatores e tanques de estocagem. A moderna tecnologia empregada antecipa-se às futuras mudanças e às mais recentes exigências de regulamentação do setor farmacêutico. Assim, o complexo possui o mesmo patamar tecnológico de grandes companhias multinacionais que atuam no mercado e oferece plenas condições para produzir medicamentos de padrão internacional.

Já foram iniciados os trabalhos de conclusão da segunda fase do projeto, que, uma vez terminado, terá um total de 51 mil m2 de área construída e compreenderá quatro áreas: Pesagem, Manipulação de Sólidos, Embalagem de Sólidos e Controle de Qualidade. A finalização do projeto está ligada à estratégia do Aché, que visa, entre outras metas, ao crescimento sustentado, à liderança do mercado nacional, maior capacidade de investimento em inovação e fortalecimento do portfólio de produtos.

Quando estiver totalmente concluído, o novo complexo produtivo terá capacidade para produzir 250 milhões de unidades comerciais – escala que permitirá abrir as portas ao mercado externo e às companhias que desejarem terceirizar a produção.

Inspeção de fornecedores

A gestão de qualidade do Aché baseia-se em regulamentos internacionais, que dão as coordenadas a suas Boas Práticas de Fabricação e Controles, abrangendo desde o estudo de um produto, a flexibilidade da produção, a redução de custo e a melhoria do desempenho da produção até a revisão dos processos industriais.

Uma importante ferramenta de controle do Aché são os critérios de seleção de fornecedores. Um exemplo: todos os fornecedores da área industrial são contratados com base em rígidos critérios técnicos, profissionais e socioambientais. Nesse sentido, com o objetivo de garantir o cumprimento das legislações vigentes e das suas Boas Práticas também no exterior, numa iniciativa inovadora, o Aché passou a realizar visitas de inspeção aos fornecedores internacionais.

Com isso, conseguiu fortalecer seu sistema de controle e a própria qualidade de seus produtos, em complemento às verificações desenvolvidas regularmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Programa Lean Seis Sigma

Em 2008, o Aché implantou o Programa Lean Seis Sigma, estratégia gerencial disciplinada e altamente quantitativa. O objetivo é aumentar a performance e competitividade da empresa, por meio da melhoria da qualidade dos produtos e processos.

O programa seleciona os principais processos para avaliar o que pode ser melhorado, aumentando ainda mais a produtividade e chegando à excelência de produção. Importantes resultados já foram alcançados com a aplicação do método nos projetos da empresa como, por exemplo, a redução de 65% no intervalo de tempo entre a finalização de um produto e o início de outro.

Uma das diretrizes do Aché é reforçar os projetos relacionados à melhoria de processos, o que proporcionará redução de custos operacionais e o aumento na escala, diminuindo, assim, os investimentos.



voltar para sobre aché