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Núcleo Industrial

Medicamentos Falsificados

A modernização do parque industrial, iniciada no final de 2006, associada à revisão de processos internos, aos programas de treinamento e capacitação profissional das equipes e ao planejamento interfábricas, refletiu positivamente nos resultados da companhia, em 2008. Com a conclusão da primeira fase da planta de Guarulhos (SP), a produção de Líquidos e de Semissólidos e a compressão e o encapsulamento de Sólidos passaram a ser realizados de forma totalmente automatizada. A mudança possibilitou ao Aché otimizar os equipamentos nas plantas Nações Unidas, localizada na capital paulista, e Guarulhos. O planejamento interfábricas ajustado e os ganhos em escala – consequência do aumento na demanda gerado pelas unidades de negócios proporcionaram a redução de 10% nos custos unitários de produção.

Excelência no processo produtivo

As obras previstas para 2011 aperfeiçoarão o fluxo de pessoas e materiais, conferindo mais eficiência aos processos e estabelecendo as condições para novas certificações. No total, o Aché encerra o projeto de modernização e ampliação do parque fabril com investimentos de R$ 267,3 milhões, dos quais R$ 22,5 milhões foram aplicados em 2010. A modernização de máquinas e equipamentos ocorre em paralelo e de forma continuada. A adequação do parque fabril para o aumento de escala de produção recebeu investimentos da ordem de R$ 10,6 milhões. Com os ganhos de economia dos dois últimos anos, a redução dos custos unitários de produção foi de 12,3%. O volume fabricado na planta cresceu 14,3%, com redução de custos de cerca de R$ 7,8 milhões. A capacidade instalada aumentou 12%, e o total produtivo alcançou 265 milhões de unidades ao ano, em dois turnos.

Inspeção de fornecedores

A gestão de qualidade do Aché baseia-se em regulamentos internacionais, que dão as coordenadas a suas Boas Práticas de Fabricação e Controles, abrangendo desde o estudo de um produto, a flexibilidade da produção, a redução de custo e a melhoria do desempenho da produção até a revisão dos processos industriais.

Uma importante ferramenta de controle do Aché são os critérios de seleção de fornecedores. Um exemplo: todos os fornecedores da área industrial são contratados com base em rígidos critérios técnicos, profissionais e socioambientais. Nesse sentido, com o objetivo de garantir o cumprimento das legislações vigentes e das suas Boas Práticas também no exterior, numa iniciativa inovadora, o Aché passou a realizar visitas de inspeção aos fornecedores internacionais.

Com isso, conseguiu fortalecer seu sistema de controle e a própria qualidade de seus produtos, em complemento às verificações desenvolvidas regularmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Programa Lean Seis Sigma

Em 2008, o Aché implantou o Programa Lean Seis Sigma, estratégia gerencial disciplinada e altamente quantitativa. O objetivo é aumentar a performance e competitividade da empresa, por meio da melhoria da qualidade dos produtos e processos.

O programa seleciona os principais processos para avaliar o que pode ser melhorado, aumentando ainda mais a produtividade e chegando à excelência de produção. Importantes resultados já foram alcançados com a aplicação do método nos projetos da empresa como, por exemplo, a redução de 65% no intervalo de tempo entre a finalização de um produto e o início de outro.

Uma das diretrizes do Aché é reforçar os projetos relacionados à melhoria de processos, o que proporcionará redução de custos operacionais e o aumento na escala, diminuindo, assim, os investimentos.

Em 2010, 326 colaboradores participaram dos treinamentos e das certificações do programa, e com o conhecimento proporcionado pela metodologia apresentaram 26 projetos adequados às necessidades da empresa. No total, desde a implantação do Lean, cerca de 600 profissionais da companhia foram capacitados, e o número de projetos chega a 66.

Responsabilidade ambiental

As melhorias realizadas pelo Aché em 2010 em seus controles de geração de resíduos e de consumo de água e energia ampliam os avanços no desempenho ambiental da companhia, com maior repercussão a partir de 2011. Com a finalização das obras da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da planta em Guarulhos, a empresa aperfeiçoará o sistema de tratamento, antecipando exigências legais e ampliando a tratabilidade de efluentes. Os investimentos na nova ETE totalizam cerca de R$ 1 milhão e os gastos com a rotina e controle ambiental foram de R$ 540 mil.



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